Pedicure terapêutica em Coimbra
Órtese ungueal em Coimbra: corrigir a curvatura da unha sem cirurgia
Quando a unha encrava vez após vez, tirar a espícula alivia mas não resolve: a causa é a forma da unha. A órtese ungueal trabalha essa forma — uma pequena mola ou banda fixada à unha que, com o tempo, a vai abrindo e endireitando.
Avaliação do pé: 15 €, descontados se fizer o tratamento na mesma sessão.
O que é
É um dispositivo muito fino — uma banda de material composto ou um fio metálico — que se cola ou prende à superfície da unha. Fica sob tensão ligeira e puxa os bordos para cima, de forma contínua e suave, como um aparelho dentário faz com os dentes.
A unha vai crescendo já com a nova forma. Não corta, não fura, não precisa de anestesia; a maioria das pessoas sente alívio da pressão logo no dia da colocação.
Para quem faz sentido
- Unha encravada que volta depois de se retirar a espícula.
- Unha em telha ou em pinça (curvatura acentuada), com dor ao calçar.
- Depois de um episódio inflamatório resolvido, para evitar o seguinte.
- Quem quer evitar ou adiar uma cirurgia à unha, quando não há indicação urgente para ela.
Como decorre a colocação
- Avaliação da unha e da pele à volta: se houver infeção ativa, trata-se primeiro.
- Limpeza, remoção da espícula se existir, e preparação da superfície da unha.
- Colocação e fixação da órtese, ajustada à curvatura daquela unha. Cerca de 45 minutos.
- Indicações para casa e marcação da primeira revisão.
Quanto tempo e quantas revisões
A órtese acompanha o crescimento da unha, por isso o tempo total depende do quanto ela cresce — normalmente entre dois e seis meses. Ao longo desse período fazem-se revisões, em regra de quatro em quatro semanas, para reposicionar ou substituir a órtese (o serviço «Manutenção da órtese»).
É um tratamento que exige continuidade: uma órtese deixada sem revisão perde a tensão e o efeito.
Cuidados em casa
- Pode tomar banho e molhar o pé normalmente; secar bem entre os dedos.
- Evitar arrancar ou mexer na órtese; se descolar, não voltar a colar — marque a revisão.
- Cortar a unha a direito, sem arredondar os cantos, e nunca por baixo da órtese.
- Calçado com espaço à frente: a pressão do sapato é o que mais desfaz o trabalho da órtese.
Limites e o que não se promete
A órtese corrige a curvatura e reduz o risco de a unha voltar a encravar; não garante que nunca mais aconteça, sobretudo se o calçado ou o corte da unha continuarem a empurrar no sentido contrário. Em unhas muito deformadas por trauma antigo, ou quando há infeção grave ou alteração óssea, pode não ser o tratamento indicado — e diz-se isso na avaliação.
Perguntas frequentes
- Dói colocar a órtese?
- Não. Não há corte nem anestesia. Se a pele à volta estiver inflamada pode haver desconforto ao tocar, e nesse caso trata-se a inflamação antes de colocar a órtese.
- Quanto custa?
- A colocação tem o preço indicado no catálogo de serviços; as revisões (manutenção da órtese) têm um valor mais baixo, conforme o ajuste necessário. Os preços atuais estão sempre na página de serviços.
- Posso fazer desporto e usar sapatos fechados?
- Sim, com sapatos que não apertem à frente. Nas primeiras 24 horas convém evitar pancadas na unha.
- A órtese nota-se?
- É fina e discreta; pode ser coberta com verniz. Numa unha escura ou espessa é praticamente invisível.
- E se a unha já estiver infetada?
- Primeiro resolve-se a infeção — remoção da espícula, penso, e se necessário encaminhamento médico. A órtese coloca-se depois, quando a pele está calma.
Marcar a colocação
Escolha o horário na agenda. Se não tem a certeza de que a órtese é o tratamento certo, comece pela avaliação do pé.
